O partir cria brilho nos olhos, de lágrimas e esperança.
Bem o dizem os marinheiros, os amores passageiros, as ciganas e as alegrias.
Parto novamente, deixando para trás raízes e sonhando com a próxima partida.
Coloco meus panos e joias, parto cigano, chegando e pensando em novamente partir. Volto à vida sem chão, à vida de despedidas.
13 de junho. Abandono o meu lar.
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