A gente faz ponto na vida.
Troca tudo que tem por dinheiro.
Troca o tempo e alegria; Troca amor e família.
Faz ponto diariamente na esquina da mesa de trabalho;
No fast food, nas festas, na igreja.
Depois de vender o que tem de mais caro na vida em troca de status, dinheiro e outras coisas desse padrão, não satisfeitos, vendemos o outro em troca de esperança.
Não uma bela esperança, mas sim, uma esperança mesquinha. Uma esperança que acredita olhando para cima, nunca para frente.
4 de Junho - esquecido em prol do virtual.
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