Minh'alma Pedro, pescadora, São, já não abre as torneiras.
Secaram as nuvens.
Nas rachaduras da terra, mapas.
Nas rachaduras da terra, mapas.
Fiz caminhos de santo e de pajés e terminei em horizontes.
Horizonte de morros talvez não tão belos, mas de raízes.
Horizonte de morros talvez não tão belos, mas de raízes.
Novamente esquina, novamente Madalena coração aberto.
Mais cervejas, outros livros que não preciso, Maleta.
Moro na Serra e vivo em belos horizontes
Moro na Serra e vivo em belos horizontes
Descobri que sou daqui quando estou estou a sair.
Adeus, au revoir, sorriso safado de quem compreendeu.
Adeus, au revoir, sorriso safado de quem compreendeu.