O tempo, o silêncio, a não presença tornam-se névoa e atrás dessa jaz turva a sua imagem.
A saudade se torna vapor, vai-se voando tranquila, não se deixa agarrar.
O corpo, ainda encharcado, tenta de algum modo recuperar-se dos dilúvios sofridos, para enfim, novamente germinar amor.
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